29 de janeiro de 2012

Dor, sangue e alto relevo em método extremo de body modification



Tão permanente como a já tradicional tatuagem, porém mais dolorosa que ela, a escarificação consiste em cortar ou queimar a pele na forma de um desenho. Esta técnica de modificação do corpo atinge um aspecto tridimensional, já que ela é, em sua essência, uma cicatriz. Após isto, a ferida precisa ser irritada para forçar o crescimento do tecido de granulação. Quanto mais a ferida for "agitada", melhor o resultado e mais alto o relevo da cicatriz. Cicatriz esta que levará não menos que seis semanas para acontecer, ainda que o desenvolvimento do tecido queloidal demore meses.
Muitos escolhem a escarificação para marcar seu corpo como forma de simbolizar uma passagem de sua vida, um estado de espírito, uma crença, ou mesmo estética. Comum em tribos da África Ocidental, homens e mulheres utilizam o método para expor a sua identidade, desejos e acontecimentos especiais como casamentos e a chegada da puberdade. Além disso, certas tribos originárias do norte de Gana utilizam o método como uma forma de curar doenças como pneumonia e convulsões.
O método, que chegou ao Brasil há cerca de apenas dez anos, ainda não tem muita popularidade no país e o número de profissionais na área é limitado. Sua maior aceitação é em países e locais que apresentam maiores índices de doenças infecciosas, o que pode indicar falta de higiene e inapropriada esterilização dos equipamentos utilizados em estúdios.

       






8 comentários:

Paula Fernandes disse...

E eu com medo de furar um brinco na orelha...
Que coragem, meu Deus do céu!

Continuo me preguntando, Dezza, de onde vem tanta criatividade para esses temas curiosos e mirabolantes! Além de sua amiga, sou sua fã!

Quanto ao blog: sem comentários! Está maravilhoso! Ótimas mudanças! O que já era bom ficou ainda melhor! :D

Um beijoo!
http://ok-whatever-ok.blogspot.com/

Astroterapia Junguiana disse...

Nossa acho que essa colocação do post ficou bem correta: expor a sua identidade. Adoraria indicar análise para elas. Como é difícil as pessoas entenderem isso. Abraço Cynthia

Rubi disse...

Eu nunca havia visto nada igual. E eu que um dia cheguei a pensar que fazer tatuagem doía, mal podia imaginar que havia algo pior. Não deixa de ser uma arte curiosa, ou melhor, uma modificação corporal bastante diferente. Precisa ter muita coragem pra fazer isso. O resultado é impressionante.

Aproveito pra agradecer sua visita, e pare lhe seguir. Volte quando puder, será um prazer!

Karla Hack dos Santos disse...

Eu gosto de tatuagens de forma geral.. acho algo extremamente significativo... uma representação de arte...
Mas, a escarnificação, já vi algumas até pessoalmente e não sou muito fã... O resultado impressiona, isto sim!

;D

Viviane Heleno disse...

Credo! Não gosto nem de olhar as imagens! Tem louca para tudo no mundo. Beijos, Deza.

Heitor Lima disse...

Meu Deus, que tenso! D: Não tive nem coragem de ver o vídeo, fico agoniado com essas coisas :X Mas é um traço cultural muito forte, né? Enfim... muito obrigado pela sua visita. Vou seguir aqui também. Você será sempre bem-vinda :*

Joicy Sorcière disse...

Eu curto piercing e tatuagens, mas essa body Modification eu não curto de jeito algum. Acho, na verdade, um super exagero! MAs, é o lance do "cadum no seu cadum" né!?

Depois aparece lá no Umas e outras!!

bjks

Maxwell Soares disse...

Uau... Não tenho força pra tanto. Não ignoro, apenas acho diferente. Belo blogger. Muito bom...

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