11 de julho de 2012

Little Monsters: rede social para Bad Romances



Entre todos os atributos que contribuem para consolidar como marca o nome da cantora norte-americana Lady Gaga, eis que surge mais um: sua própria rede social, a Little Monsters. O site entrou no ar ontem, 10 de julho, e o seu nome remete à forma que a artista chama seus fãs e seguidores.
O acesso ao conteúdo pode ser feito por meio da criação de uma conta através de e-mail, Facebook ou Twitter. O esquema já é conhecido: cria-se um perfil, seguem-se usuários, trocam-se informações, as quais imagens são as mais comuns. Há espaço para publicação de imagens, vídeos e notícias, discussões, eventos.
O Little Monsters tem a opção Curtir e, como seria no Facebook, o “não curti”. Também há salas de bate-papo criadas pelos próprios usuários com temas diferenciados como “Brasil Monstros” e “Gay Monsters”. O chat é aberto e não é necessário ser amigo da pessoa que se pretende conversar.
A plataforma foi criada pela companhia start-up Backplane, situada em Palo Alto, na California. A empresa afirma que redes sociais voltadas para outros artistas ainda serão criadas. Quem seria o próximo? Alguém ouviu “Justin Bieber”?


9 de julho de 2012

Solar City Tower: projeto arquitetônico para Olimpíadas de 2016



O Solar City Tower, projeto realizado pela empresa suiça de arquitetura e design RAFAA, foi um dos trabalhos concorrentes de uma competição promovida pela agência internacional de concursos arquitetônicos Arquitectum. A obra seria construída na Ilha de Cotunduba, lo bairro carioca do Leme, como ato de comemoração às Olimpíadas de 2016.

A ideia principal foi construir um prédio não apenas icônico que parecesse uma cachoeira,  com um elemento da natureza inteiramente edificado por mãos humanas. O foco na sustentabilidade transmitiria ao mundo uma mensagem de visão do futuro diante da iminente era pós-petróleo. Durante o dia, a usina de energia solar da obra abasteceria a cidade do Rio de Janeiro e a Vila Olímpica enquanto a água do mar seria bombeada na torre. Com o chegar da noite, toda a água armazenada cairia prédio abaixo, produzindo energia elétrica para a cidade e a torre.

Com 105 metros acima do mar, o “edifício-cachoeira” contaria com lojas, cafeteria, plataforma para bungee jumping, anfiteatro, elevador e uma sacada com vista panorâmica do local no topo da torre. A ideia é ousada e inovadora, mas provavelmente não sairá do papel.







29 de janeiro de 2012

Dor, sangue e alto relevo em método extremo de body modification



Tão permanente como a já tradicional tatuagem, porém mais dolorosa que ela, a escarificação consiste em cortar ou queimar a pele na forma de um desenho. Esta técnica de modificação do corpo atinge um aspecto tridimensional, já que ela é, em sua essência, uma cicatriz. Após isto, a ferida precisa ser irritada para forçar o crescimento do tecido de granulação. Quanto mais a ferida for "agitada", melhor o resultado e mais alto o relevo da cicatriz. Cicatriz esta que levará não menos que seis semanas para acontecer, ainda que o desenvolvimento do tecido queloidal demore meses.
Muitos escolhem a escarificação para marcar seu corpo como forma de simbolizar uma passagem de sua vida, um estado de espírito, uma crença, ou mesmo estética. Comum em tribos da África Ocidental, homens e mulheres utilizam o método para expor a sua identidade, desejos e acontecimentos especiais como casamentos e a chegada da puberdade. Além disso, certas tribos originárias do norte de Gana utilizam o método como uma forma de curar doenças como pneumonia e convulsões.
O método, que chegou ao Brasil há cerca de apenas dez anos, ainda não tem muita popularidade no país e o número de profissionais na área é limitado. Sua maior aceitação é em países e locais que apresentam maiores índices de doenças infecciosas, o que pode indicar falta de higiene e inapropriada esterilização dos equipamentos utilizados em estúdios.

       






27 de janeiro de 2012

Anonymous: como ataque deixou sites como o da FBI fora do ar



Diante dos fatos que se sucederam nas últimas semanas, como o FBI e autoridades norte-americanas tirarem do ar, além outros 18 sites, o Megaupload, suscita-se uma pergunta: como uma comunidade online como a Anonymous, cuja identidade dos membros não é revelada, conseguiu deixar fora de funcionamento sites como o da FBI, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos e da produtora Universal Music?
O ataque aos sites foi realizado através do uso do DDoS (sigla em inglês para Distributed Denial of Service), um ataque de negação de serviço,  que é uma forma usada para deixar recursos de um sistema off-line e é executado por um programa de computador, o Low Orbit Ion Cannon (LOIC). Ataques como esse precisam de um computador mestre que comande milhares de outros, também chamados de zumbis. Ele estabelece uma data e hora para que os outros PCs infectados acessem simultaneamente a um determinado recurso de um determinado servidor. Isto fez com que o número de usuários online chegasse ao limite do qual o servidor era capaz de atender ao mesmo tempo, fazendo com que os sites ficassem fora do ar.
Entender o quão sucesso obteve a operação e a dimensão dos fatos pode fazer com que muitos acreditem que o “Anonymous continuará os protestos pelo Megaupload através de ataques DDoS”, afirmou o escritor de assuntos relacionados a negócios e tecnologia Steven J. Vaughan-Nichols em seu blog Networking.


20 de janeiro de 2012

#grifeinumlivro: literatura em trechos e imagens


Sem precisar ler o livro inteiro ou mesmo entender o contexto da história, no “Grifei num livro” leitores destacam um trecho da obra que está lendo, fotografam a página com o Instagram e publicam a imagem com a hashtag #grifeinumlivro. O projeto foi iniciado a partir de uma ideia simples e criativa do jornalista Kleyson Barbosa, que criou um Tumblr onde ele mesmo grifava as frases que publicava.
Os internautas podem participar não apenas utilizando o Instagram, mas também mandando suas próprias fotografias com os trechos já destacados e sugestões para o Tumblr do projeto. São diferentes gostos literários em diversos pequenos grifos, palavras simbólicas escritas em papel e disseminadas pelo virtual, grandes reflexões geradas por uma ideia tão simples.


Entenda o projeto pelas imagens abaixo, retiradas deste link.








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